domingo, 24 de abril de 2011

FELIZ PÁSCOA!

“Comece e termine a aula dentro do tempo estabelecido, não “ enrole “


Visitando Escolas, tanto públicas quanto particulares, observei algo peculiar na hora que bate o sinal para começar a aula: vários alunos ficam no pátio e corredores conversando, brincando, sem a menor pressa de entrar na sala, enquanto os Inspetores de Alunos tentavam, impacientes,  fazê-los ir para as salas.

Ao inquirir esses alunos, a fala de todos era:  “ a Professora nunca começa a aula na hora, só depois de 10 minutos, então pra quê entrar agora eu não vou perder nada mesmo “.

Nestes casos, esses Professores eram muito consistentes, só que de uma forma negativa, pois  passavam para os alunos o seguinte ensinamento: você não precisa cumprir com o horário, afinal eu também não estou cumprindo.

Professor, o gerenciamento da sala de aula, envolve gerenciar também o TEMPO.
É muito comum os Professores reclamarem que  “ não deu tempo” de dar toda a aula, de cumprir o Planejamento, de terminar a atividade, etc, etc.... As justificativas são muitas, porém o problema é um só: falta de procedimentos para gerenciar o TEMPO.

Se a  estrutura da sua aula não está lhe trazendo os resultados esperados, então mude.  Faça os ajustes necessários para aproveitar ao máximo o tempo especificado e principalmente, comece e termine a aula no horário.

Organize-se: coloque a nova estrutura da aula no canto do quadro negro, com o tempo determinado para cada etapa. Trace os objetivos a serem alcançados em cada etapa.

Exemplo para uma aula de 90 minutos: na etapa 1 todos entrarão na sala e deixarão a agenda sobre as carteiras, 5 minutos, na etapa 2 faremos uma roda de conversa da aula anterior, 15 minutos, na etapa 3 dramatização do texto XYZ em grupos de 4, 30 minutos, na etapa 4 registro escrito, 15 minutos , etapa 5 compartilhar idéias do texto, 15 minutos, etapa 6 arrumação para saída, 10 minutos.

Esta é apenas uma idéia de como você pode organizar o tempo da aula, ao fazer desta forma os alunos verão que há várias atividades a serem cumpridas, e que não ocorrerá tempo “ocioso”.


Fonte:

Roseli Brito
Pedagoga - Psicopedagoga - Neuroeducadora e Coach
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Se você conhece Educadores que estão sofrendo com a indisciplina  dos alunos , indique o curso " Gerenciamento da Sala de Aula " . Nossa meta, neste ano, é ajudar 50.000 Educadores a transformar a sala de aula. Inscrição: http://www.sosprofessor.com.br

sábado, 23 de abril de 2011

Movimentos da Terra

 Os planetas apresentam dois tipos de movimentos: rotação e translação. Eles apresentam uma trajetória em torno do Sol, devido a força de gravidade, que se denomina movimento de translação. As órbitas dos planetas são normalmente elípticas, embora os planetas interiores apresentem órbitas quase circulares.
A Terra demora 265,25 dias para efetuar a sua órbita. É este o movimento responsável pelas estações do ano no nosso planeta.
Dá-se o nome de rotação ao movimento giratório que os planetas realizam ao redor do seu eixo (na Terra o eixo de rotação está inclinado 23° em relação ao eixo de revolução - órbita).
  Links relacionados:
 http://www.google.com/url?sa=D&q=http://www.colegioweb.com.br/ciencias-infantil/o-movimento-da-terra.html
 http://www.google.com/url?sa=D&q=http://www.explicatorium.com/CFQ7-Movimentos-da-Terra.php
http://www.google.com/url?sa=D&q=http://www.escolovar.org/mundo_naturlink_equinocio_2.swf
http://www.google.com/url?sa=D&q=http://www.ciencia-cultura.com/Astronomia/terraI.html
http://www.google.com/url?sa=D&q=http://www.moderna.com.br/arariba/ciencias/conteudo-digital/a-terra-no-universo.htm
http://www.google.com/url?sa=D&q=http://aprendegeografia.no.sapo.pt/recursos_radiacao_solar_estacoes_ano.swf
http://www.google.com/url?sa=D&q=http://omnis.if.ufrj.br/~tati/webfisica/sis-solar/movterra.htm


sexta-feira, 8 de abril de 2011

Dia do índio











Modelo de vestimenta para o Dia do índio

Modelo de lembrancinha para o Dia do índio - imagem retirada do blog da Jacirinha (lá tem um montão de idéias legais)

Evite falar demais e se alongar nas explicações


Quer fazer aluno dormir na sala ? Ou ainda ter alunos chamando atenção com gracejos ? É só ficar mais de 15 minutos falando e dando explicações extensas. Quanto menor a criança, menor o tempo de concentração, e não pense que só porque o seu aluno é do Fundamental II  ou Médio , que o tempo de concentração é maior: no máximo 15 minutos.

Depois de 15 minutos, sabe o que o seu aluno quer fazer no restante do tempo? Qualquer coisa, menos prestar atenção na aula !!!! E isso inclui: gracejos, piadas, provocar algum colega, fazer barulho, conversar.....enfim eles são muito criativos para ocupar o tempo OCIOSO.

Não fique com raiva não !!! Para eles, aula assim,  é tempo OCIOSO, PERDIDO. Por isso coloque-os para trabalhar, para  fazer algo, mas algo que VOCE tenha planejado e não eles.

Já que eles gostam de conversar, planeje atividades em que eles tenham que se expor, opinar, interagir com os demais colegas, isso vale desde o Infantil até o Médio. Faça-os se mexer, como diz no popular `suar a camisa` você verá como a aula será mais produtiva, para você e para eles.

No final da aula, como atividade para acalmar os ânimos você pode pedir que façam um resumo oral dos pontos principais aprendidos neste dia, pode também pedir um  feedback do que acharam dessa aula.

O bom de tudo isso é que uma aula concebida desta forma possibilitará com que eles falem (coisa que eles amam fazer), e participem mais, porém com uma grande diferença: Você estará no controle todo o tempo.


Roseli Brito
Pedagoga - Psicopedagoga - Neuroeducadora e Coach
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domingo, 3 de abril de 2011

A SEXUALIDADE INFANTIL

Hoje em dia, as crianças, em sua maioria já sabem que o nenê “sai da barriga da mãe”. Mas esta é a resposta mais simples e outras perguntas complementares ainda suscitam dúvidas e ansiedade no momento de serem respondidas, principalmente quando questionam “como o bebê entrou na barriga da mãe”?
Além disso, comportamentos infantis que demonstram a sexualidade da criança são muitas vezes difíceis de serem trabalhados, tanto em casa como na escola. Brincadeiras de descoberta sexual, masturbação, atitudes que aparentam homossexualidade são alguns fatos comuns observados no cotidiano infantil e seguidamente são mal compreendidos ou mal conduzidos pelos adultos que lidam com as crianças. Portanto, faz-se necessário um maior entendimento teórico sobre sexualidade infantil para que haja menos inadequações no manejo destes comportamentos.
A sexualidade da criança começa no imaginário dos pais, antes mesmo do nascimento. Todos os pais têm expectativas em relação a seus filhos, conscientes ou inconscientes, e uma destas diz respeito à sexualidade da criança. Esta ao nascer pode corresponder à expectativa ou não e se desenvolverá conforme for a aceitação do sexo da criança pelos pais.
A partir do nascimento podemos classificar a curiosidade sexual de forma genérica em:
1ª curiosidade sexual – auto-descobrimento do corpo
2ª curiosidade sexual – eliminação de excreções
3ª curiosidade sexual – diferenciação dos sexos
4ª curiosidade sexual – nascimento
5ª curiosidade sexual – puberdade
6ª curiosidade sexual – adolescência
Para responder aos questionamentos de ordem sexual das crianças deve-se ter claro que “a criança que tem idade para perguntar, tem idade para ouvir a resposta”.
O tom de voz, o olhar, a postura de quem responde devem ser valorizados para que não sejam artificiais nem repressores.
Para satisfazer a curiosidade infantil o adulto deve seguir os seguintes princípios:
  • saber porque e de onde vem a pergunta;
  • honestidade;
  • restringir-se à pergunta feita, sem se estender;
  • progredir com base no que a criança já conhece;
  • fornecer explicações em linguagem simples e familiar;
  • sempre que possível corresponder ao momento em que a criança solicita;
  • repetir, se necessário.
Em relação aos comportamentos sexuais observados em sala-de-aula como beijos, exploração do corpo do colega, jogos sexuais, o educador pode pautar-se sobre os mesmos princípios que usa para outros comportamentos inadequados em aula, ou seja, demonstrar que entende a curiosidade mas que a escola é um lugar onde deve-se respeitar a vontade dos outros e que estão lá para aprender, brincar, etc.
O educador não deve se omitir, ao contrário, deve orientar para brincadeiras e comportamentos adequados mas sem passar valores morais reprovadores como se a curiosidade fosse algo negativo, “feio” ou pecaminoso.
Alguns profissionais, na tentativa de serem “modernos” estimulam uma sexualidade precoce incentivando danças de músicas atuais erotizadas, namoros entre os alunos, identificação com modelos da mídia etc.. As crianças e adolescentes procuram corresponder às expectativas dos adultos e acabam se expondo inadequadamente para sua faixa etária e assumindo rótulos distorcidos de seu gênero sexual, tais como: mulher se exibe e homem é machão. Estas questões deverão ser debatidas e esclarecidas na escola, mostrando que há uma diferença entre o real e o imaginário social, midiático, familiar, escolar, promovendo desta maneira uma consciência humanizadora e possível.
A sexualidade infantil é inerente a qualquer criança e sua demonstração será particular a cada uma, sendo que aos educadores cabe conhecê-la, respeitá-la, conduzí-la de forma adequada, sem estimulação nem repressão e tendo sempre em mente uma auto-reflexão de sua própria sexualidade.
A questão de convocar os pais para conversar sobre a sexualidade do aluno, deverá ser investigada caso a caso: qual o propósito desta convocação? o que vou contribuir? o que espero dos pais? por que isto me incomoda? há sincera preocupação ou pré-conceito disfarçado? por que acredito que ser heterossexual é o correto, aceitável? etc… Na dúvida procurar algum profissional da escola para discutirem o assunto, antes de convocar os pais.
Lembre-se de que qualquer forma de discriminação é crime previsto na Constituição Federal.

HOMOSSEXUALIDADE:
Eis um tema delicado, a ser cogitado com prudência, cautela, e ampla reflexão, na atualidade de nossas experiências evolutivas.
A homossexualidade se define pela tendência da criatura ter preferência sexual para relacionar-se e conviver com uma outra criatura de seu mesmo sexo.
Esse impulso, na ciência do comportamento, ainda não encontra explicações razoáveis ou justas na área da psicologia, por que essa ciência ainda não está inteiramente realizada.
Neste sentido a orientação da libido de uma pessoa em direção a um objeto do mesmo sexo, ou em direção a um objeto do sexo oposto, não tem diferença essencial qualitativa ou normativa, isto é, esta ou aquela orientação não é mais ou menos adequada, normal ou patológica do que outra.
Escreve Freud (1905) nos Três Ensaios sobre a Sexualidade: “O afeto de uma criança por seus pais é sem dúvida o traço infantil mais importante que, depois de revivido na puberdade, indica o caminho para sua escolha de um objeto sexual, mas não é o único. Outros pontos de partida com a mesma origem primitiva possibilitam ao homem desenvolver mais de uma linha sexual, baseada não menos em sua infância, mas também no ambiente, na relações, na história individual, etc estabelecendo condições muito variadas para sua escolha de objeto sexual.” (…) “As inumeráveis peculiaridades da vida erótica dos seres humanos, assim como o caráter compulsivo do processo de apaixonar-se, são inteiramente ininteligíveis, salvo pela referência à infância e como efeitos residuais da infância”.
É interessante assinalar que a homossexualidade tanto quanto a heterossexualidade são comportamentos e, enquanto tais, não significam necessariamente identidades.
Freud tinha uma noção clara dessa questão e, não obstante as dificuldades e os aspectos, patológicos ou não, relacionados com os comportamentos sexuais, jamais considerou homossexualidade como algo patológico em si. Pelo contrário, o que com ele a psicanálise desenvolveu, independente das várias escolas de pensamento analítico, foi uma visão que procurou, como em qualquer outro comportamento humano, relacionar sua raiz à origem corporal e material da mente, ou seja, ao mundo da infância.
Assim no seu ensaio “Sobre a Psicogênese de um Caso de Homossexualismo Feminino” (1920) Freud escreve: “Não compete à psicanálise solucionar o problema do homossexualismo. Ela deve contentar-se com revelar os mecanismos psíquicos que culminaram na determinação da escolha de objeto, e remontar os caminhos que levam deles até as disposições instintuais”. Portanto a Psicanálise contribui para o individuo redefinir sua vida, sua autoestima, seu posicionamento no mundo mental e adaptação ao mundo social.
Se a raiz é infantil, quando se trata de um adulto, ou mesmo de uma criança ou adolescente, a árvore já nasceu, cresceu e sua folhagem abre-se para algo que ainda não se perfez. Tudo que é vivo, é inconcluso, imperfeito, não terminado, incluindo o modo de comportar-se não sendo possível uma intervenção quer seja analítica, escolar, moral, nos restando compreensão e empatia. Caso estes sentimentos não apareçam provavelmente à relação quer seja com o aluno x educador ou analista x paciente será truncada, provavelmente não haverá crescimento humano.
É útil considerarmos a sutil diferença de tratarmos qualquer pessoa por sua orientação sexual e transformá-la na identidade do sujeito: ele é gay, ela é lésbica, etc…Criamos um estigma de identidade, assim “(…) um adjetivo pode se tornar um nome e o possuidor de uma pulsão homossexual é então chamado um homossexual. Aquilo que era apenas uma pulsão dentre outras foi transformado, pela magia das palavras, em uma identidade, um estado, um distúrbio, uma doença, uma perversão”.
Não existe nada que possa “explicar” a homossexualidade e, portanto, não pode existir teoria unitária quanto à etiologia, a dinâmica ou tratamento.
Há homossexualidades e suas etiologias, suas dinâmicas e suas aparências são tão variadas quanto aquelas da heterossexualidade.
Aqui podemos ressaltar as contribuições de Bion (1980) quando enfatiza a relação entre capacidade de sonhar, capacidade para pensar e o mundo bruto das sensações e das emoções que poderão ou não estar comprometidas. Cabe ao educador explorar estas áreas através dos conteúdos pedagógicos A capacidade de pensar é determinante para o aprendizado sendo o resultado das transformações possíveis entre experiência corporal/sexualidade, criação e experiência estética.
BIBLIOGRAFIA:
SUPLICY, Marta . Conversando sobre Sexo – Ed. Vozes
BÖCK, Vivien Rose. Professor e Psicologia Aplicada na Escola – Ed. Kinder


Autor: MARINA S. RODRIGUES ALMEIDA É PSICÓLOGA, PEDAGOGA E PSICOPEDAGOGA

Pascoa - imagem para decoupage

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Dia do índio



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PASCOA

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