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domingo, 28 de agosto de 2011

As leis sobre diversidade

Nem sempre quem tem deficiência está matriculado na escola regular. Para reverter esse quadro, é fundamental que pais e educadores conheçam a legislação
Meire Cavalcante (novaescola@atleitor.com.br) WriteAutor('Meire Cavalcante');

“Desculpe, não estamos preparados.” Pais de crianças com deficiência precisam saber: argumento como esse não pode impedir o filho de estudar.Professores e gestores devem lembrar: não há respaldo legal para recusar a matrícula de quem quer que seja.As leis que garantem a inclusão já existem há tempo suficiente (leia abaixo) para que as escolas tenham capacitado professores e adaptado a estrutura física e a proposta pedagógica. “Não aceitar alunos com deficiência é crime”, alerta Eugênia Augusta Gonzaga Fávero, procuradora da República em São Paulo. A legislação brasileira garante indistintamente a todos o direito à escola, em qualquer nível de ensino, e prevê, além disso, o atendimento especializado a crianças com necessidades educacionais especiais. Esse atendimento deve ser oferecido preferencialmente no ensino regular e tem nome de Educação Especial. A denominação é confundida com escolarização especial. Esta ocorre quando a criança freqüenta apenas classe ou escola que recebe só quem tem deficiência e lá aprende os conteúdos escolares. Isso é ilegal. Ela deve ser matriculada em escola comum, convivendo com quem não tem deficiência e, caso seja necessário, tem o direito de ser atendida no contraturno em uma dessas classes ou instituições, cujo papel é buscar recursos, terapias e materiais para ajudar o estudante a ir bem na escola comum. Esse acompanhamento – a Educação Especial – nada mais é que um complemento do ensino regular. 

Alguns estados, porém, estão reconhecendo essas escolas como de Ensino Fundamental Especial, o que não é previsto em lei, para facilitar o repasse de verbas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef), contrariando a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). A situação pode mudar com a regulamentação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). Segundo Cláudia Dutra, secretária de Educação Especial do Ministério da Educação, há negociações para aumentar o por- } centual diferenciado para o aluno com necessidades educacionais especiais. Os recursos devem financiar a escolarização da criança no ensino regular e o atendimento especializado em turno distinto. “Se a rede não oferecer esse serviço, o repasse poderá ser feito para instituições sem fins lucrativos, desde que elas estabeleçam convênios com as Secretarias de Educação e cumpram exclusivamente o papel de apoiar a escolarização, e não de substituí-la”, conclui Cláudia.



Várias leis e documentos internacionais estabeleceram os Direitos das pessoas com deficiência no nosso país. Confira alguns deles

1988
CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA

Prevê o pleno desenvolvimento dos cidadãos, sem preconceito de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação; garante o direito à escola para todos; e coloca como princípio para a Educação o acesso aos níveis mais elevados do ensino, da pesquisa e da criação artística, segundo a capacidade de cada um.

1989
LEI Nº 7.853/89

Define como crime recusar, suspender, adiar, cancelar ou extinguir a matrícula de um estudante por causa de sua deficiência, em qualquer curso ou nível de ensino, seja ele público ou privado. A pena para o infrator pode variar de um a quatro anos de prisão, mais multa.

1990
ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE (ECA)

Garante o direito à igualdade de condições para o acesso e a permanência na escola, sendo o Ensino Fundamental obrigatório e gratuito (também aos que não tiveram acesso na idade própria); o respeito dos educadores; e atendimento educacional especializado, preferencialmente na rede regular. 

1994
DECLARAÇÃO DE SALAMANCA

O texto, que não tem efeito de lei, diz que também devem receber atendimento especializado crianças excluídas da escola por motivos como trabalho infantil e abuso sexual. As que têm deficiências graves devem ser atendidas no mesmo ambiente de ensino que todas as demais.

1996
LEI E DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL (LBD)

A redação do parágrafo 2o do artigo 59 provocou confusão, dando a entender que, dependendo da deficiência, a criança só podia ser atendida em escola especial. Na verdade, o texto diz que o atendimento especializado pode ocorrer em classes ou em escolas especiais, quando não for possível oferecê-lo na escola comum.

2000
LEIS Nº10.048 E Nº 10.098

A primeira garante atendimento prioritário de pessoas com deficiência nos locais públicos. A segunda estabelece normas sobre acessibilidade física e define como barreira obstáculos nas vias e no interior dos edifícios, nos meios de transporte e tudo o que dificulte a expressão ou o recebimento de mensagens por intermédio dos meios de comunicação, sejam ou não de massa.

2001
DECRETO Nº3.956 (CONVENÇÃO DA GUATEMALA)

Põe fim às interpretações confusas da LDB, deixando clara a impossibilidade de tratamento desigual com base na deficiência. O acesso ao Ensino Fundamental é, portanto, um direito humano e privar pessoas em idade escolar dele, mantendo-as unicamente em escolas ou classes especiais, fere a convenção e a Constituição

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA 

Prevê o pleno desenvolvimento dos cidadãos, sem preconceito de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação; garante o direito à escola para todos; e coloca como princípio para a Educação o “acesso aos níveis mais elevados do ensino, da pesquisa e da criação artística, segundo a capacidade de cada um.

Quer saber mais?

BIBLIOGRAFIA
Direitos das Pessoas com Deficiência
, Eugênia Augusta Gonzaga Fávero, 342 págs., Ed. WVA, tel.(21) 2493-7610, 40 reais 


28/06/2009

sábado, 27 de agosto de 2011

PROJETO: VALORES

Achei esse projeto na net e resolvi compartilhar no blog, pois ele é muito interessante. Toda escola deveria adotar um projeto sobre valores. Nele não consta a autoria, caso alguém conheça o criador do projeto mande um comentário para que eu possa dar os devidos créditos.



Projeto: A Simplicidade está nos Valores

                                A Felicidade do individuo está intimamente ligada à felicidade da Sociedade. A prosperidade da sociedade está estritamente conectada com a felicidade do mundo. Se desejam desfrutar uma felicidade individual, deverão aceitar que tanto individuo e sociedade do mundo terá que ser felizes.”

                                                                                                          Sathya Sai Baba

·        JUSTIFICATIVA

       

O Projeto Simplicidade está nos Valores nasceu da necessidade de se privilegiar uma educação baseada em valores, de promover nos alunos a vivência da cidadania e da participação para que se construam os princípios de respeito mútuo, justiça, solidariedade e diálogo.

            Através das atividades que serão desenvolvidas, pretende-se resgatar valores através da conservação e valorização do ambiente escolar,  do auto-conhecimento, do respeito pelo próprio corpo, da convivência pacífica e respeitosa com a diversidade que se apresenta através dos fatores étnicos-raciais, sociais, econômicos, históricos, culturais, biológicos.

           

·        METODOLOGIA



         O Projeto SIMPLICIDADE ESTÁ NOS VALORES se desenvolverá em duas etapas, são elas:

           

1ª Etapa: TEMA: PAZ - 1º semestre;



            2ª Etapa: TEMA: RELACIONAMENTO - 2º semestre;

(Os dois projetos, referentes a cada uma das etapas, serão apresentados detalhadamente mais adiante).



AVALIAÇÃO

        

A avaliação do projeto será baseada nos resultados alcançados nas duas etapas do projeto. Será feita através de mesa redonda entre os professores os quais irão verificar se os objetivos propostos para cada etapa foram atingidos. A partir de então, novas sugestões serão incorporadas às novas etapas do projeto.

            Participarão, também, da avaliação do projeto, alunos e comunidade escolar através de enquete para que se recolham críticas e sugestões.

    

CULMINÂNCIA



Haverá dois momentos de culminância, onde serão apresentados os trabalhos resultantes de cada etapa do projeto desenvolvido.



 Dupla Gestora.



·        DISCIPLINAS ENVOLVIDAS



Todas.



·        PARTICIPANTES



          *  Alunos da Educação Infantil e do Ensino Fundamental (1º ao 5º ano);

    *Direção;

    *Professores;

    *Orientação pedagógica;

    *Funcionários ( merendeiras, auxiliares de secretaria e serviços gerais);

    *Comunidade local;

          *Familiares



·       DURAÇÃO PREVISTA

   Todo o ano letivo.


 
1ª ETAPA DO PROJETO SIMPLICIDADE ESTÁ NOS VALORES

1º SEMESTRE



TEMA: PAZ



·        JUSTIFICATIVA



              O mundo paga um preço muito alto por ausência de paz.

              A história da vida humana neste planeta dista de nós cerca de mais de dois milhões de anos, durante todo este tempo, não conseguimos viver uma hora sequer de plena Paz na face da Terra.

              Chegamos ao final do século XX e alcançamos a soma de mais de quinze mil guerras, perpetradas por todos os povos.

              Como se não bastasse, este século foi o mais sangrento de toda a nossa história. Foi o período em que mais se matou seres humanos, e a maioria das vítimas foram civis inocentes. As principais nações do mundo se armaram portentosamente, com a construção de ogivas nucleares, armas químicas e biológicas, projetando a indústria bélica como a maior potência econômica do mundo.

              Ainda hoje, segundo dados da UNESCO, existem 68 (sessenta e oito) focos de guerras ativos sobre o planeta. Os gastos efetuados para a manutenção destes conflitos seriam suficientes para erradicar a fome e a miséria de nosso planeta em pelo menos dez vezes.

              Alcançamos elevados níveis de progresso tecnológico, conquistamos o espaço e povoamos a terra com seis bilhões de habitantes, contudo, dois bilhões e seiscentos milhões de pessoas são despossuídas, vivendo abaixo da linha de pobreza; Quinze milhões de pessoas morrem de fome anualmente no mundo, inclusive crianças indefesas; Quinhentos milhões são subnutridos. Estes quadros representam o paradoxo da ausência de paz social.

              Destruímos as florestas, extinguimos diversas espécies vegetais e animais; secamos rios e lagos, abrimos a camada de ozônio, depositando na atmosfera anualmente seis bilhões de toneladas de dióxido de carbono e de outros gases que provocam o "efeito estufa", provocando alterações climáticas de conseqüências imprevisíveis para a coletividade humana. Isto se agrava na medida em que estes gases levarão pelo menos 70 (setenta) anos para se dissiparem na atmosfera. Este é o espelho em que se reflete a ausência de Paz ambiental.

              Há muitas crises e medos à nossa volta. Assistimos dia a dia a ascensão da violência urbana e no campo; a expansão do crime organizado e do narcotráfico; a prostituição infanto-juvenil; a legalização da prática criminosa do aborto em setenta por cento das nações do mundo, e outros terríveis subprodutos das sociedades infelizes que se integram com a miséria, a agressividade e o medo...

              Conduzidos pela indiferença e pela omissão, a maioria das pessoas não se dão conta de que também são responsáveis pela permanência e expansão de todas estas formas de violência. É na omissão dos bons que os maus prosperam.

              Observando os altos índices de violência, degradações e crueldades que não param de crescer, se faz necessário conhecer a causa destes fenômenos em suas nascentes; mais ainda, é preciso compreender e explicar como o ser humano pode ir tão longe, a ponto de colocar em risco sua sobrevivência e a do planeta em que vive. Precisamos desenrolar os emaranhados das fontes geradoras de violência, a fim de sabermos como despertar as fontes geradoras de paz.

          A Escola Municipal Pedro de Alcântara Leal, dentro deste contexto, considera o convívio escolar como base para a aprendizagem dos valores éticos e morais, estimulando, assim, o processo contínuo de auto-educação, integrando, através de atividades didático-pedagógicas, os agentes de educação: a escola, a família e a comunidade, a fim de  despertar –lhes a consciência para a necessidade de paz dentro dos contextos da vida, destacando a importância da cooperação e do amor ao próximo e, da paz mundial.



·        OBJETIVO GERAL



·    Promover na escola o desenvolvimento de uma cultura de paz.



·       OBJETIVOS ESPECÍFICOS

·              Despertar a consciência dos educandos para a necessidade da paz mundial.

·               Trabalhar ações de paz dentro dos contextos da vida, destacando a importância da cooperação e do amor ao próximo.

·              Destacar a importância da convivência solidária na família, na escola para a construção da paz.

·             Refletir sobre paz na perspectiva de que é um estado de consciência vivo e construtivo, ressaltando a diferença entre ser pacífico e ser passivo.

·              Perceber que a paz nos ambientes e no mundo depende de cada indivíduo, da qualidade dos pensamentos e das ações que desempenha.

·              Promover experimentos que propiciam a todos contato com a paz interior.

SUGESTÕES DE ATIVIDADES SOBRE O TEMA PAZ



·         A Paz Através da Música.






    

·         Roda de Histórias: Tsuru, Pássaro da Paz: Confecção do pássaro que na tradição oriental está associado à saúde, fortuna, harmonia e principalmente a paz. Serão confeccionadas pelo menos 500 dobraduras do pássaro Tsuru após contada a sua história ,que ao final, serão colocados nas árvores criando um ritual de união entre os participantes.Segundo a lenda, após esta ação, um desejo poderá ser realizado, e o desejo é que o mundo consiga a paz que ele tanto procura.



·         Vídeos e Bate- papos:



a) A Corrente do Bem
Direção Mimi Leder

 Filme conta a história de um menino que faz uma proposta: observar o mundo a sua volta e mudar  aquilo que não gosta através de uma corrente que propõe transformar a realidade de outras 3 pessoas e assim sucessivamente. Após a exibição do filme, reflexão sobre a possibilidade da promoção da paz social através de pequenos atos individuais.



·         Jardim da Poesia: Mostra de poesias sobre o tema PAZ de autores consagrados.












·         Painel Pela Paz: Painel com quadros representando sentimentos de paz.


·         Mural da Paz: Espaço livre para depoimentos.



* Exposição de Poemas e Textos sobre a Paz.
                                   Redação (Como seria um mundo de Paz? De quem depende a Paz?)



·        AUTORES



Dupla Gestora.



·        DISCIPLINAS ENVOLVIDAS



Todas.



·        PARTICIPANTES

           

            Alunos da Educação Infantil e do Ensino Fundamental (1º ao 5º ano);

·        Direção;

·        Professores;

·        Orientação pedagógica;

·        Funcionários (merendeiras, auxiliares de secretaria e serviços gerais);

·        Comunidade local;

·        Familiares.



·       DURAÇÃO PREVISTA



Um semestre



AVALIAÇÃO

            A avaliação será durante o decorrer do processo, quando serão observadas as atitudes e reações dos alunos, como o seu desempenho nas atividades propostas.

CULMINÂNCIA

 Caminha pela PAZ

TEMA: RELACIONAMETO

2º SEMESTRE





·        JUSTIFICATIVA



    Este projeto surgiu da necessidade de valorização da Escola Pública, do meio ambiente escolar e do papel do aluno como agente transformador, capaz de adotar posturas pessoais e comportamentos sociais que lhe permitam viver numa relação construtiva consigo mesmo e com seu meio.

             Acreditamos que as ações previstas sensibilizarão os alunos, levando-os a uma mudança de atitude, na medida em que passarão a ter a exata consciência da importância de sua relação saudável consigo mesmo, com o outro e com o meio ambiente como um todo.

           



·        OBJETIVOS



·         Tornar o espaço escolar um local de convivência pacífica, baseada na tolerância, no respeito ao ambiente, a si mesmo, às diferenças individuais e aos Direitos Humanos Universais;

·         Conscientizar-se que a sociedade brasileira é caracterizada pela diversidade etnocultural que, freqüentemente, é alvo de preconceito e discriminação que atingem a escola e reproduzem-se no seu interior;

·         Respeitar a vida e a dignidade de cada pessoa, sem discriminação ou preconceito;

·         Possibilitar a Compreensão de  que os problemas ambientais dizem respeito a todo o cidadão e que este deve considerar-se parte integrante da natureza e, portanto, deve tratá-la de forma respeitosa, responsável e comprometida, adotando uma postura na escola, em casa, na sua comunidade que garanta um meio ambiente saudável, de boa qualidade de vida, que possibilite a perfeita convivência do indivíduo com o seu meio, com o outro e consigo mesmo;

·          Construir uma consciência coletiva e individual sobre os direitos e deveres do cidadão relacionado ao meio ambiente, aos valores éticos, sociais e aos bens públicos;





·              METODOLOGIA

                 A Educação Ambiental, por ter caráter humanista, interdisciplinar e participativo, pode e devem adequar os conteúdos a ela referentes, à realidade local de modo a envolver educandos e educadores em ações concretas de modificação da realidade.

               Tendo os Parâmetros Curriculares Nacionais como eixo condutor deste Projeto, os conteúdos de Meio Ambiente estarão integrados a todas às áreas transversalmente, objetivando abranger toda a prática educativa, possibilitando, assim, ao |educando uma visão global e abrangente da questão ambiental.

              A escolha das atividades a serem desenvolvidas está relacionada às habilidades e competências a serem atingidas pelos componentes curriculares integrados, transformando-se em procedimentos que deverão atingir os objetivos propostos no projeto.



·        PARTICIPANTES



            Alunos da Educação Infantil e do Ensino Fundamental (1º ao 5º ano);

·        Direção;

·        Professores;

·        Orientação pedagógica;

·        Funcionários ( merendeiras, auxiliares de secretaria e serviços gerais):

·        Comunidade local;

·        Familiares.



·        DURAÇÃO

           

As atividades previstas neste documento serão desenvolvidas durante o segundo semestre.





·        AVALIAÇÃO

           

 O trabalho pedagógico com a questão ambiental centra-se no desenvolvimento de atitudes e postura ética, na formação de hábitos e recuperação de valores como a solidariedade e a responsabilidade social.

            A partir destas considerações, serão usados os seguintes critérios para a avaliação crítica do projeto:

·   Verificar se houve melhora na limpeza geral da Escola;

·   Observar se houve modificação na postura e atitude dos alunos;

·   Acompanhar o comprometimento dos alunos nas atividades extraclasse de  preservação ambiental;

·   Verificar o envolvimento de todos os professores e funcionários no desenvolvimento do Projeto;

·   Documentar e divulgar o projeto através de cartazes, livrinhos feito pelos alunos, trabalhos interdisciplinares, fotografias, filmagens, relatórios, etc.



CULMINÂNCIA



Feira Cultural



                                          

SUGESTÕES  DE ATIVIDADES



         Podemos utilizar algumas das sugestões do tema Paz como:

Painel, mural,música, etc.

 OUTRAS   SUGESTÕES  DE ATIVIDADES


Atividade 1 – Criando e recriando com palavras...


1. a) Levantar com os/as educandos/as uma listagem dos principais problemas ambientais locais, com alguns comentários sobre os mesmos, diagnosticando o grau de preocupação e esclarecimento dos mesmos;
1. b) Apresentar o quadro abaixo e propor o preenchimento com palavras, em grande grupo: (preencher com palavras associadas à:

Problemas ambientais
Espaço
Animais
Plantas
Personagens heróicos de algum conto ou lenda
Personagens vilões de algum conto ou lenda
Elementos de cenário
Ex:Poluição
Cidade
Rato;
Flores;
Fada;
Bruxa
Castelo

(Esta atividade pode ser realizada no quadro “negro”, podendo ser em um painel de papel pardo).
1. c) Depois de preenchido o quadro, dividir o grande grupo em pequenos grupos de no máximo 5 participantes e propor elaboração uma história utilizando 2 a 3 palavras de cada quadro. Tempo estimado para a atividade: 20 minutos, com tolerância...
1. d) Depois de concluída a história, trocar as histórias entre os grupos;
1. e) Cada grupo deverá representar a história, utilizando materiais que estão à disposição (sucata em geral) – tempo: 15 minutos;
1. f) Para fechamento, pedir que cada um relate o que foi trabalhado na atividade desenvolvida e o que sentiu em relação a ela.


Atividade 2 – Discutindo sobre o lixo


2. a) Formação de um grande grupo em círculo;
2. b) Exposição de lixo seco no meio do grande grupo (o lixo deverá ter materiais que se sub-agrupem e que contenham o mesmo número que os participantes, por exemplo: 5 tampas plásticas, 5 garrafas PET, 5 caixas de suco longa vida, 5 potes de vidro, 5 copos descartáveis).
2. c) A sala já deverá estar previamente preparada como descrito anteriormente;
2. d) Inicia-se a aula com um texto reflexivo sobre lixo, de escolha do/a professor/a, podendo ser uma notícia, artigo ou história sobre o assunto “Lixo”. Podemos fazer uso de uma boa música para o fundo da leitura.

2. e) Propor a observação do lixo que está à frente, no centro do grupo;
2. f) Cada participante é convidado a escolher um dos elementos do lixo;
2. g) Distribuição em grupos de acordo com o lixo escolhido – o grupo das tampinhas, o grupo das garrafas, etc...
2. h) Levantar as seguintes questões para análise em grupo:
- Tempo de decomposição;
- Impacto causado pela produção da embalagem;
- Análise do rótulo da embalagem;
- Qual o slogan do produto e apelo publicitário;
- Qual seria a opção para a reutilização do material.
2. i) Apresentação das análises ao grande grupo.


Atividade 3 - Confecção de cartões com sucata:


3. a) Apresentar diversos tipos de lixo de papel e papelão: revistas, jornais, caixas de embalagens, caixas de papelão...
3. b) Cada participante escolhe materiais para elaborar um cartão ambiental utilizando técnicas sugeridas pelo/a professor/a:
- Dobradura;
- Recorte e colagem;
- Rasgadura...
3. c) Confecção do cartão propriamente dita;
3. d) Exposição e relato da confecção do cartão ao grande grupo;

 
Atividade 4 - Confecção de carimbos de cordão com restos de madeira


4. a) Colocar à disposição dos/as educandos/as os materiais necessários para a confecção dos
carimbos: tocos de madeira (que podem ser solicitados em madeireiras ou fábricas de molduras, móveis) e cordão de algodão ou lã (o cordão é melhor).
4. b) Apresentar alguns modelos de carimbos com formatos variados (estrela, árvore, sol, lua, etc.).

4. c.) Confecção dos carimbos propriamente ditos.
4. d) Confecção de um painel em grupos, utilizando os carimbos confeccionados.


Atividade 5 – Confecção de máscaras com massa de papel


5. a) Preparo da massa de papel para modelar: liquidificar o papel picado – para cada três punhados de papel picado, meio copo do liquidificador com água – bater e despejar em uma bacia e ir fazendo até ter bastante polpa. Espremer o excesso de água e adicionar uma colher de sopa de cola ou grude para cada “bolo” de massa de papel espremido e ir colocando em uma bacia. Quando tiver massa suficiente, é só começar a confeccionar a máscara.
5. b) Para confeccionar a máscara, fazer uma bola de papel jornal amassando várias folhas
até formar uma esfera de forma ovalada. Sobre esta esfera, confeccionar a máscara.
5. c) Dias depois a máscara estará seca e poderá ser pintada, de preferência com tinta plástica ou acrílica.
5. d) Pode ser sugerida a confecção de potes, formas geométricas, além das máscaras, com os mesmos procedimentos.

 
Atividade 6 – Confecção de um minhocário


Materiais necessários para cada minhocário: Uma garrafa pet de 2 litros e uma menor de água mineral brita ou pedrinhas, terra, saco de lixo preto, minhocas.
Procedimentos: Corte a garrafa pet tirando o bocal. No fundo da garrafa pet coloque brita (não há necessidade de furar o fundo da pet). Sobre a brita coloque a garrafa menor (com água e tampa) dentro da garrafa pet. Ao redor, despeje a terra e largue as minhocas. Após terminar, utilize um saco de lixo escuro para envolver a garrafa, pois as minhocas não são acostumadas com claridade. Não é necessário molhar, pois a garrafinha com água fornece umidade para a terra, a não ser que seja uma região de excessivo calor, molhe de vez em quando, podendo colocar alguns lixos orgânicos sobre a terra para alimento das minhocas. Depois de dias, ao tirar o saco de volta da garrafa poderemos observar os caminhos das minhocas bem definidos. Volte a cobris com o saco de lixo evitando a luz para as minhocas.


Atividade 7 – Confecção de mini-hortinhas com garrafas pet


Materiais necessários: garrafas pet, tesoura, terra, mudinhas ou sementes.
Procedimentos: Deite a garrafa pet e corte um dos lados da “barriga” da garrafa, sem atingir o fundo nem a boca da garrafa. Faça pequenos furinhos no fundo e coloque terra. Em seguida, plante as sementes ou as mudas e é só cultivar com cuidado. Como suporte podemos usar caixas de ovos para que não fiquem diretamente no chão e, de tempos em tempos, estes suportes poderão ser substituídos, pois podem apodrecer com a umidade que escorre do excesso da água pelos furinhos da garrafa.

 
Atividade 8 – Planejamento  integrado para Educação Infantil Exercício de estudo para o/a professor/a 8. a) Levantar a seguinte questão: Como globalizar a Educação Ambiental aos conteúdos curriculares e às atividades desenvolvidas rotineiramente na escola?
Para professores da Educação Infantil poderemos apresentar alguns exemplos:

 
Exemplo 1: Quando trabalhamos o tema TERRA, poderemos trabalhar noções de espaço, tamanho, cor, motricidade fina em atividades práticas com argila ou desenhos, plantio, observação, expressão oral, etc, realizando atividades que envolvam e desperte o interesse da criança sobre o assunto trabalhado. É importante disponibilizar materiais como livros e revistas para manuseio das crianças, onde podem encontrar gravuras referentes ao tema em questão.

 
Exemplo 2: Quando trabalhamos o tema NATUREZA poderemos realizar atividades que desenvolvam noções de tamanho, forma, cor, espessura, sensibilidade - tato, olfato, visão, audição, paladar...
 
Atividade 9 – Apresentação de sugestões sobre confecção de materiais diversos para Educação Infantil Sugestões de materiais confeccionados pelo professor ou pelas crianças, para desenvolver atividades que possibilitem trabalhar as áreas (o ideal é trabalhar de forma interdisciplinar onde diversas áreas são envolvidas nas atividades - os exemplos são separados por área apenas por uma questão de classificação a qual estamos acostumados e habituados - ao mesmo tempo: afetiva, vivência em grupo, comunicação...):


Afetiva: Confecção de cartões para datas comemorativas utilizando: caixas de leite ou suco e papelão de caixas enfeitando-os com cola e serragem, cola e palitinhos, colagem com papel de revista, colagem com retalhos de tecido, etc...
Vivência em Grupo: Confecção de painéis sobre papel pardo utilizando colagens de gravuras, confecção de quebra-cabeças e jogos de memória, bolas de meia para brincadeiras de “ovo podre” ou “o limão entrou na roda...”.
Comunicação: Confecção de microfones, confecção de fichas com gravuras grandes de pessoas realizando alguma tarefa, as quais as crianças deverão interpretar o que elas estão fazendo e imita-las... Movimento: Confecção de paus com fitas de papel ou de tecido, confecção de bambolês com pedaços de mangueira velha, confecção de pesos com garrafas descartáveis cheias de areia para realizar diversas atividades de educação Física, confecção de chocalhos e tambores com latas... Necessidades: Confecção de cartazes que apresentem as necessidades básicas dos seres vivos: alimentação, moradia, higiene.
Criatividade: Atividades artísticas utilizando sucata: forrar potes com materiais variados, colagens em painéis, recorte de embalagens e montagem de álbum.


Área Cognitiva: Atividades de observação de elementos naturais com registro após observação. Exemplo: observação de sementes germinando (utilizar sementes variadas que poderão ser plantadas em potes de embalagens); observação da vegetação da escola percebendo classificando quanto a grande/pequeno, alto/baixo, fino/grosso, liso/áspero - o registro oral ou gráfico destas observações é muito importante.
Área Sensorial: Confecção de saquinhos de pano contendo objetos diferentes para brincar de descobrir - pelo tato - o que está no saquinho, confecção do livrinho do tato (várias fichas de papelão com elementos colados), realizar atividades de mímicas (imitando animais, profissões, atividades de higiene), colocar em potes alguns elementos com cheiro para as crianças descobrirem o que está no pote (pote com café, com vinagre, com ervas cheirosas).
Área Espacial: Confecção de fitas com unidades de medidas (ex: 10 palmas da mão) e medir objetos diversos, medir crescimento de plantas com dedinhos, inventar mapas de tesouro (esconder algo no pátio do colégio e apresentar o mapa previamente preparado para as crianças procurarem o tesouro), contar quantos passos dados de um determinado lugar até outro, deitar no chão da sala e desenhar com giz o perfil da criança e da professora e medir...
Área Temporal: Atividades que utilizem ontem, hoje e amanhã - Confecção de cartazes de como estava o tempo ontem, como está o tempo hoje e como as crianças acham que estará o tempo amanhã. Confecção de um calendário mensal para ser apresentado a cada início do mês. Observar a hora do relógio (confeccionado) quando as crianças entram em sala de aula e como está o relógio na hora em que saem (a professora o modifica).
Área de Análise e de Síntese: Confecção de dobraduras simples e observar: “era assim e ficou assim”, confeccionar um cartaz de animais filhotes e outro de animais adultos observando como eram e como ficaram (pode ser com gravuras de crianças e de adultos) e fazer comparações. Confeccionar jogos com seqüência lógica classificando por tamanho, por fatos. Coletar sucata em geral e classificá-la quanto ao seu material: plástico, papel, papelão, etc.
Figura fundo: Confecção de um painel contendo diversas gravuras e brincar de procurar um determinado elemento ou objeto.


Área Psico-Motora: Confeccionar jogos de memória, quebra-cabeças, realizar atividades de recorte, colagens, montagens em espaços predeterminados pela professora, confeccionar fichas com ordens esclarecidas às crianças e apresentá-las seqüencialmente para que as crianças executem (ex: fichas de bater palmas, bater o pé, piscar os olhos, emitir algum som pela boca, etc.).


Esquema Corporal: Confeccionar um boneco com roupas velhas preenchendo-as com jornal, confeccionar máscaras de papel para a cabeça, confeccionar um grande quebra-cabeça com as partes do corpo. Brincar, de dois a dois, de espelho (o que um faz o outro imita).
Motricidade Ampla: Realizar atividades de corrida, competições, rodas cantadas, utilizando objetos confeccionados com sucata: corrida com garrafas de peso leve (dependendo o tamanho da criança por pouco peso na garrafa) - jogos com bolas de meia.
Motricidade Fina: Confeccionar contas com canudinhos e enfiar em cordões para fazer colares, rasgar e picar papel de revista colado-os em espaços pré-determinados, executar bordados com retalhos de lã em cartões perfurados pela professora.
Atividade 10 - sugestões de materiais didáticos gerais com sucata:
Confecção do professor:
- Fantoches com caixas, massa de papel jornal, bolas de jornal forradas com meia de nylon, pés de meias velhas
. Os fantoches podem ser confeccionados utilizando os materiais já citados para formar a cabeça do personagem. Utiliza-se retalhos de tecido para o corpo dos fantoches.
Fantoches com vara utilizando copinhos de iogurte, sacos de papel, caixinhas.
- Livros com cartolina usada ou papelão de caixas contendo: gravuras, números e respectivas quantidades, materiais naturais para tato (areia, folhas, raízes...), linhas e formas geométricas.
- Brinquedos com caixas, garrafas plásticas, embalagens em geral - bilboquês, carrinhos, chocalhos, caixas enfeitadas.
- Cartazes com cola (ou grude) com pó de café passado seco, areia, serragem.
- Quebra-cabeças com gravuras de jornais ou revista.
- Mini-hortinhas com garrafas descartáveis.
- Minhocário com garrafas descartáveis.
- Jogo de boliche com bolas de meia e garrafas descartáveis.
- Massinha de modelar caseira.
- Maquetes de casas.
- Pincéis com lã, corda, esponja, algodão, penas de galinha.
- Televisão de caixa de papelão.
- Quadrinhos "negros" para uso das crianças - é só pintar um retalho de chapa de eucatex com tinta preta ou verde.
- Marionetes com a parte interna do rolo de papel higiênico.
- Carimbos com madeira e cordão; e móbiles com elementos naturais.
Atividade 11 – Atividade criadora - Confeccionar brinquedos com sucata
Disponibilizar para os/as educandos/as sucatas em geral (lixo seco limpo) bem como materiais básicos como cola, tesoura, arame, cordão, etc., e deixa-los livres para criarem brinquedos com sucata. Depois, realizar uma exposição