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segunda-feira, 12 de março de 2012

Coelhinho da Páscoa - lembracinha

Olha que fofinho para fazer para os seus alunos!






Fonte: http://www.theidearoom.net/

quinta-feira, 1 de março de 2012

Projeto de Lei 267/11 (atenção professores)

A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 267/11, da deputada Cida Borghetti (PP-PR), que estabelece punições para estudantes que desrespeitarem professores ou violarem regras éticas e de comportamento de instituições de ensino.

Em caso de descumprimento, o estudante infrator ficará sujeito a suspensão e, na hipótese de reincidência grave, encaminhamento à autoridade judiciária competente.
A proposta muda o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/90) para incluir o respeito aos códigos de ética e de conduta como responsabilidade e dever da criança e do adolescente na condição de estudante.
Indisciplina
De acordo com a autora, a indisciplina em sala de aula tornou-se algo rotineira nas escolas brasileiras e o número de casos de violência contra professores aumenta assustadoramente.
Ela diz que, além dos episódios de violência física contra os educadores, há casos de agressões verbais, que, em muitos casos, acabam sem punição.
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Educação e Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
PASSEM PARA TODOS OS PROFESSORES DA SUA LISTA.... VAMOS APOIAR!!!!!!!
SE NÃO TIVER PROFESSORES NA SUA LISTA ; REPASSEM PARA OS QUE SÃO PAIS, POIS ELES PRECISAM APOIAR O TRABALHO DOS PROFESSORES.
Conselho Municipal de Educação de Vassouras - RJ

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Como fazer Avaliação Diagnóstica

Como fazer Avaliação Diagnóstica

By Roseli Brito

Início do ano, turma nova, Escola nova, enfim, como começar o trabalho com os alunos?
Nem pense em iniciar o trabalho pedagógico partindo da premissa do que você ACHA que os alunos já sabem. É preciso investigar, avaliar, levantar o que de fato a turma já sabe e o que ainda ela não sabe.
O instrumento para fazer isso é realizar a Avaliação Diagnóstica, que tem o objetivo de verificar a presença e a ausência dos pré-requisitos de aprendizagem adquiridos, ou não, na série anterior.
Não há um modelo de Avaliação Diagnóstica, cada Professor, conforme sua disciplina e os pré-requisitos que precisam ser trazidos da série anterior, é quem elabora atividades que levantem o que o aluno sabe e o que ele ainda não aprendeu.
1) Quando e porquê realizar a Avaliação diagnóstica:
. Realizada no início do curso, período letivo ou unidade de ensino
. Tem a intenção de constatar se os alunos apresentam ou não domínio dos pré-requisitos necessários (conhecimentos e habilidades) para novas aprendizagens, caracterização de eventuais problemas de aprendizagem e suas possíveis causas (cognitivo)
. Função: diagnosticar
. Serve para identificar alunos apáticos, distraídos, desmotivados (comportamentos)
De posse dos resultados da avaliação diagnóstica será possível o Professor ajudar os alunos das seguintes formas:
. Estimular o relacionamento entre os alunos, através de jogos e atividades dinâmicas
. Criar intervenções pedagógicas específicas que auxiliem o aluno a superar dificuldades
. Criar Rotinas que reforcem o comportamento positivo dos alunos
. Realizar mudanças no ambiente da sala de aula que favoreça o aprendizado
. Adotar novas práticas de ensino que estimulem a participação da turma
2) O QUE AVALIAR: Levantar Pré-Requisitos da série anterior
Muitos Professores sempre mandam email pedindo modelos prontos de avaliação diagnóstica. Creio que isso deve-se ao fato de que, para o Professor, não há a clareza do que ele deve levantar neste tipo de avaliação.
Quando você conhece o que deve diagnosticar, basta você criar atividades pertinentes a sua disciplina, e isso é algo que você já está acostumado a fazer quando elabora as tarefas, as provas, as dinâmicas, os textos, os vídeos, enfim, quando você elabora a sua aula.
Você precisa ter claro que deve verificar os objetivos e metas a serem atingidos na série atual, e levantar quais são os pré-requisitos que o aluno já deve ter adquirido na série anterior.
Por motivos óbvios, não é possível fazer neste artigo, um detalhamento de todos os pré-requisitos para todas as disciplinas e séries, porém a título de ilustração, tomarei como exemplo um aluno que ingressa no 6º. Ano, e que o Professor de Matemática precisa levantar se este aluno traz os pré-requisitos necessários para cursar o 6º. Ano e atingir os objetivos estabelecidos para esta série.
- Situação : O Aluno está matriculado no 6º. Ano (verificar quais são os objetivos desta série no que refere-se à Matemática).
- Levantar quais são os pré-requisitos que esse aluno deve ter , em Matemática, ao chegar no 6º. Ano
- Exemplos de pré-requisitos que o aluno já deve trazer do 5º. Ano em Matemática:
. Operações Fundamentais- adição, subtração, multiplicação e divisão
- algoritmos das operações fundamentais
- utilização das operações fundamentais como ferramenta para a resolução de problematizações
- cálculo mental
. Frações- conceito e representações
- leitura e escrita
- comparação de frações
- frações discretas e contínuas
- cálculo de fração de quantidade
- frações equivalentes
- simplificação
- operações com frações
- resolução de problemas envolvendo frações
. Porcentagem e Gráficos:
- conceito de porcentagem a partir das frações decimais
- cálculo de porcentagem através de frações equivalentes
- resolução de problemas envolvendo cálculos de porcentagem
- desenvolvimento de procedimentos e estratégias para coleta de dados e informações em pesquisa de diversas naturezas
- construção de procedimentos de apresentação de dados coletados
- construção, leitura e interpretação de diferentes tipos de representações gráficas (barra, linha, setores)
. Geometria: Medidas, Formas e Construções Geométricas- conceitos: ponto, linha, superfície, vértice, aresta, ângulo
- linguagem geométrica
- polígonos
- triângulos e quadrilátero
- propriedades dos triângulos
- conceitos: escalas e simetria
- construções geométricas com o auxílio do compasso e do transferidor
- ampliação e redução de figuras
- sólidos geométricos
3) Como Avaliar: Instrumentos de avaliação
Existem diversos recursos e práticas de ensino disponíveis que podem ser utilizados no momento da avaliação diagnóstica. Idealmente, selecione mais de um dos instrumentos abaixo :
. Pré-teste;
. Auto-avaliação;
. Observação;
. Relatório;
. Prova;
. Questionário;
. Acompanhamento;
. Discussão em grupo;
. Estudos de caso (análise de estudos de casos com o objetivo de identificar como o aluno responde à avaliação);
. Fichas de avaliação de problemas (trabalhar com modelos de fichas de avaliação), etc.
A utilização dos instrumentos deve ser adequada ao contexto em que o professor se encontra. Por exemplo, aulas com muitos alunos inviabilizam a avaliação por observação ou acompanhamento, enquanto que disciplinas práticas possibilitam esses instrumentos de avaliação.
Não se surpreenda se, ao analisar os resultados levantados na Avaliação Diagnóstica você tenha de fazer ajustes no Planejamento. Afinal, quando o Planejamento é criado, o aluno ainda não foi avaliado, e portanto, o Planejamento é elaborado com base em um aluno “ideal”, e portanto, é um Planejamento longe da realidade dos alunos, pois o Professor o elabora baseado em suposições e não em dados reais.
O fato é que, quando as aulas começam a situação mostra-se outra: alunos com defasagens de aprendizado, com dificuldades em determinados conteúdos, e sem os pré-requisitos necessários para cursar aquela série.
E antes que você reclame que realizar a Avaliação Diagnóstica é uma “perda” de tempo porque você tem que “dar conta” do Planejamento até o final do ano, já lhe aviso: o objetivo maior que você deve cumprir é criar todas as condições para que todos os alunos adquiram as competências necessárias de aprendizado e não apenas para cumprir o Planejamento.
Por isso mãos à obra: comece o planejamento pela Avaliação Diagnóstica. Já diz o ditado “ Se você falha em não planejar, você com certeza, já planeja falhar”.


FONTE: http://www.sosprofessor.com.br/blog/?p=544

Mensagens para o dia da Mulher



















Atividades: nomes



quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

PROJETO: CARNAVAL

 
INTRODUÇÃO

Quando pensamos em Brasil ou no povo brasileiro, quase sempre nos vem a imagem de um povo alegre e dançante. O carnaval é um grande exemplo disso. É uma manifestação popular que ocorre de diferentes formas em várias regiões do Brasil, dependendo do contexto histórico e sociocultural de cada lugar.
Entrelaçando as influências dos negros africanos, indígenas, nativos e europeus colonizadores, a cultura brasileira resultou em uma grande diversidade e riqueza de manifestações.

JUSTIFICATIVA

O Brasil é um país rico culturalmente, porém, o que sabemos dessa cultura limita-se ao que vivemos no dia-a-dia e ao que a TV nos mostra, muitas vezes, informações soltas, imagens que ficam muito distantes de nossa realidade ou de cunho comercial.
Pensando nisso, pretendemos, neste trabalho, propiciar atividades que ampliem o conhecimento das crianças sobre o carnaval no Brasil, levando em consideração suas influências e fazendo um paralelo temporal desde os antigos carnavais até hoje.

OBJETIVOS GERAIS

 Conhecer os aspectos culturais do carnaval que influenciaram na etnia brasileira.
 Reconhecer as manifestações carnavalescas dentro do contexto social.
 Conhecer as marchinhas carnavalescas.
 Conhecer, observar e acompanhar a evolução de gêneros carnavalescos como: música, blocos, fantasias e histórias.
 Estabelecer relação entre passado e moderno.

Procedimentos Metodológicos

 Fazer um baile de carnaval para que as crianças conheçam um pouco sobre essa manifestação popular.
 Levar para a sala de aula os elementos do carnaval através de imagens ou objetos.
 Executar músicas pertinentes ao universo carnavalesco.
 Fazer pinturas faciais nas crianças e disponibilizar diferentes roupas e adereços para que possam usar como fantasias.

ATIVIDADES DESENVOLVIDAS

 Confecção de painel com recortes e fotos carnavalescas.
 Trabalhar músicas carnavalescas
 Confeccionar máscaras carnavalescas com material de sucata.
 Listar as fantasias que as pessoas costumam usar em carnaval.
 Pular carnaval usando roupas e acessórios diversos como fantasia.

CULMINÂNCIA
 Desfile de fantasias.
 Exposição de painéis.
 Baile carnavalesco.

ANEXOS-músicas

MAMÃE EU QUERO

(Jararaca-Vicente Paiva - 1937)
MAMÃE EU QUERO, MAMÃE EU QUERO
MAMÃE EU QUERO MAMAR
DÁ A CHUPETA, DÁ A CHUPETA
DÁ A CHUPETA PRO BEBE NÃO CHORAR
DORME FILHINHO DO MEU CORAÇÃO
PEGA A MAMADEIRA
E VEM ENTRAR PRO MEU CORDÃO
EU TENHO UMA IRMÃ QUE SE CHAMA ANA
DE PISCAR O OLHO JÁ FICOU SEM A PESTANA
OLHO AS PEQUENAS MAS DAQUELE JEITO
TENHO MUITA PENA NÃO SER CRIANÇA DE PEITO
EU TENHO UMA IRMÃ QUE É FENOMENAL
ELA É DA BOSSA E O MARIDO É UM BOÇAL

ABRE ALAS

(Chiquinha Gonzaga, 1899)
Ó ABRE ALAS QUE EU QUERO PASSAR
Ó ABRE ALAS QUE EU QUERO PASSAR
EU SOU DA LIRA NÃO POSSO NEGAR
EU SOU DA LIRA NÃO POSSO NEGAR
Ó ABRE ALAS QUE EU QUERO PASSAR
Ó ABRE ALAS QUE EU QUERO PASSAR
ROSA DE OURO É QUE VAI GANHAR
ROSA DE OURO É QUE VAI GANHAR
                                         

AALLAH-LÁ-Ô
(Haroldo Lobo-Nássara, 1940)
Allah-lá-ô, ô ô ô ô ô ô
MAS QUE CALOR, Ô Ô Ô Ô Ô Ô
ATRAVESSAMOS O DESERTO DO SAARA
O SOL ESTAVA QUENTE
QUEIMOU A NOSSA CARA
VIEMOS DO EGITO
E MUITAS VEZES
NÓS TIVEMOS QUE REZAR
ALLAH! ALLAH! ALLAH, MEU BOM ALLAH!
MANDE ÁGUA PRA IOIÔ
MANDE ÁGUA PRA IAIÁ
ALLAH! MEU BOM ALLAH

ME DÁ UM DINHEIRO AÍ
(Ivan Ferreira-Homero Ferreira-Glauco Ferreira, 1959)

EI, VOCÊ AÍ!
ME DÁ UM DINHEIRO AÍ!
ME DÁ UM DINHEIRO AÍ!
NÃO VAI DAR?
NÃO VAI DAR NÃO?
VOCÊ VAI VER A GRANDE CONFUSÃO
QUE EU VOU FAZER BEBENDO ATÉ CAIR
ME DÁ ME DÁ ME DÁ, Ô!
ME DÁ UM DINHEIRO AÍ!

CACHAÇA

Mirabeau Pinheiro-Lúcio de Castro-Heber Lobato, 1953

VOCÊ PENSA QUE CACHAÇA É ÁGUA
CACHAÇA NÃO É ÁGUA NÃO
CACHAÇA VEM DO ALAMBIQUE
ÁGUA VEM DO RIBEIRÃO

PODE ME FALTAR TUDO NA VIDA
ARROZ FEIJÃO E PÃO
PODE ME FALTAR MANTEIGA
TUDO MAIS NÃO FAZ FALTA NÃO
PODE ME FALTAR O AMOR
HÁ, HÁ, HÁ, HÁ!
ISTO ATÉ ACHO GRAÇA
SÓ NÃO QUERO QUE ME FALTE
A DANADA DA CACHAÇA


CABELEIRA DO ZEZÉ
João Roberto Kelly-Roberto Faissal, 1963

OLHA A CABELEIRA DO ZEZÉ
SERÁ QUE ELE É
SERÁ QUE ELE É

SERÁ QUE ELE É BOSSA NOVA
SERÁ QUE ELE É MAOMÉ
PARECE QUE É TRANSVIADO
MAS ISSO EU NÃO SEI SE ELE É

CORTA O CABELO DELE!
CORTA O CABELO DELE!
AURORAMário Lago-Roberto Roberti, 1940

SE VOCÊ FOSSE SINCERA
Ô Ô Ô Ô AURORA
VEJA SÓ QUE BOM QUE ERA
Ô Ô Ô Ô AURORA

UM LINDO APARTAMENTO
COM PORTEIRO E ELEVADOR
E AR REFRIGERADO
PARA OS DIAS DE CALOR
MADAME ANTES DO NOME
VOCÊ TERIA AGORA
Ô Ô Ô Ô AURORA

CABELEIRA DO ZEZÉ
João Roberto Kelly-Roberto Faissal, 1963

OLHA A CABELEIRA DO ZEZÉ
SERÁ QUE ELE É
SERÁ QUE ELE É

SERÁ QUE ELE É BOSSA NOVA
SERÁ QUE ELE É MAOMÉ
PARECE QUE É TRANSVIADO
MAS ISSO EU NÃO SEI SE ELE É

CORTA O CABELO DELE!
CORTA O CABELO DELE

A JARDINEIRABenedito Lacerda-Humberto Porto, 1938

Ó JARDINEIRA PORQUE ESTÁS TÃO TRISTE
MAS O QUE FOI QUE TE ACONTECEU
FOI A CAMÉLIA QUE CAIU DO GALHO
DEU DOIS SUSPIROS E DEPOIS MORREU

VEM JARDINEIRA VEM MEU AMOR
NÃO FIQUES TRISTE QUE ESTE MUNDO É TODO SEU
TU ÉS MUITO MAIS BONITA
QUE A CAMÉLIA QUE MORREU


O TEU CABELO NÃO NEGALamartine Babo-Irmãos Valença, 1931

O TEU CABELO NÃO NEGA MULATA
PORQUE ÉS MULATA NA COR
MAS COMO A COR NÃO PEGA MULATA
MULATA EU QUERO O TEU AMOR

TENS UM SABOR BEM DO BRASIL
TENS A ALMA COR DE ANIL
MULATA MULATINHA MEU AMOR
FUI NOMEADO TEU TENENTE INTERVENTOR

QUEM TE INVENTOU MEU PANCADÃO
TEVE UMA CONSAGRAÇÃO
A LUA TE INVEJANDO FAZ CARETA
PORQUE MULATA TU NÃO ÉS DESTE PLANETA

QUANDO MEU BEM VIESTE À TERRA
PORTUGAL DECLAROU GUERRA
A CONCORRÊNCIA ENTÃO FOI COLOSSAL
VASCO DA GAMA CONTRA O BATALHÃO NAVAL

SACA-ROLHAZé da Zilda-Zilda do Zé-Waldir Machado, 1953)

AS ÁGUAS VÃO ROLAR
GARRAFA CHEIA EU NÃO QUERO VER SOBRAR
EU PASSO MÃO NA SACA, SACA, SACA ROLHA
E BEBO ATÉ ME AFOGAR
DEIXA AS ÁGUAS ROLAR

SE A POLÍCIA POR ISSO ME PRENDER
MAS NA ÚLTIMA HORA ME SOLTAR
EU PEGO O SACA, SACA, SACA ROLHA
NINGUÉM ME AGARRA NINGUÉM ME AGARRA

fonte:  http://groups.google.com/group/atividades-educacao-infantil-fund1

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

HORA DA CHAMADA

Objetivos
• Realizar a leitura do próprio nome e do de alguns colegas.
• Reconhecer as letras.
• Escrever o próprio nome.
Tempo estimado
Até que todos aprendam a escrever seu nome e reconhecer o dos colegas.
Material necessário
Caixa de sapato, cartaz de pregas, fichas com o nome das crianças, alfabeto (com letras maiúsculas e de fôrma) e letras móveis.
Desenvolvimento
1ª ETAPA
Coloque as fichas com os nomes na caixa. Organize os pequenos em roda e explique que são os nomes deles que estão nas fichas. Lance o desafio: "Vamos descobrir quem veio e quem não veio?" Pegue uma ficha e incentive-os a ler. Quando o nome for identificado, a criança prega a plaquinha no cartaz.
2ª ETAPA
Incentive as crianças a arriscar a primeira letra. Avance para as outras usando como referência o nome de outros colegas. Por exemplo, se na ficha estiver grafado "Amanda", conduza a discussão indicando que a palavra começa com o mesmo A de "Ana" e de "Amélia".
3ª ETAPA
Utilize estratégias para diversificar a atividade. Para alguns nomes terminados em A e O, revele a última letra e pergunte: "É de menino ou de menina?" Para nomes parecidos - Rodrigo e Rogério, por exemplo -, revele as duas primeiras letras e vá explorando as diferenças no resto da palavra. Em outros, como Maria e Mariana, é possível ainda comparar os diferentes tamanhos dos dois.
4ª ETAPA
Após a leitura, distribua a cada um a ficha com seu nome. Peça que todos reproduzam o que está escrito com o alfabeto móvel. O processo deve ser auxiliado com questionamentos: "Tem certeza de que é essa letra?" ou "A letra está do ‘lado’ correto?" Observe as crianças que não precisam mais do modelo na hora de escrever. 5ª ETAPA
Proponha que as crianças escrevam o próprio nome em seus desenhos e outras atividades. Sempre que houver confusões entre letras parecidas (o S e o Z, por exemplo), oriente os pequenos a consultar o alfabeto fixo acima do quadro para tirar dúvidas. Avaliação
Durante toda a atividade, observe as muitas tentativas de escrita. Contemple a diversidade da classe. Para estimular quem já aprendeu a escrever o nome, proponha que passe para o nome de um colega -com ou sem o auxílio das fichas, dependendo do caso.

FONTE: NOVA ESCOLA

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Fantoches


Material:
• Papel retangular
• Cola e tesoura
• Canetinhas coloridas
• Fita adesiva
• Papel crepom

Dicas:Com este simples e divertido recurso didático, você dará às suas aulas um toque de ludicidade, fazendo delas uma “festa”!

Esse recurso nos dá uma boa liberdade de escolha de material, cor e tamanho, por isso sugiro que, para apresentações, use meia cartolina para cada boneco e, para o manuseio dos alunos, uma folha de papel tipo ofício.

Caso deseje confeccionar um fantoche maior, lembre-se de que a cartolina inteira fica pesada. Para que não escorregue dos seus dedos durante a apresentação, cole dois pequenos pedaços de papel crepom no interior das aberturas em que há contato com a ponta dos dedos.

Surpreenda seus alunos com variações na decoração dos fantoches elaborando alguns animais, como pato, cão e gato. Convide-os para confeccionarem seus próprios fantoches e dê-lhes a oportunidade de, através deles, conversarem sobre a aula. O resultado será impressionante!
 

Desenvolvimento:

1. Posicione o papel na horizontal e dobre-o ao meio, como um cartão, apenas para marcá-lo.

2. Abra-o e dobre suas laterais para dentro, na marca feita anteriormente, como se fossem duas portas.

3. Feche os dois lados, formando uma coluna e depois dobre-a ao meio.

4. Agora, dobre as pontas da coluna para trás, para os lados contrários, unindo-as ao centro, formando a letra M.
5. Decore a parte superior com olhos e nariz desenhados ou colados. Os cabelos, feitos de papel crepom, serão fixados com fita adesiva. Dentro da boca, cole uma grande língua.
6. Para manusear o fantoche, encaixe o polegar na primeira abertura do lado inferior restante dos dedos na primeira abertura superior.